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Entrevista com Dash Moore

Pesquisadora norte-americana conversou sobre estudos judaicos nas Américas.

Na última edição da revista do NIEJ, publicamos uma entrevista exclusiva que fizemos com a a historiadora Deborah Dash Moore, da Universidade de Michigan. Doutora em História pela Universidade Colúmbia, Moore publicou diversos livros, dentre os quais Second Generation New York Jews (1981), To the golden cities: pursuing the American Jewish dream in Miami and L.A. (1994), GI Jews: how World War II changed a generation (2004), American Jewish Identity Politics (2008), City of promises: a history of Jews in New York (2012) e Urban origins of American Judaism (2014). Nascida em Nova York, foi professora do Vassar College, onde ajudou a fundar o programa de estudos judaicos e de onde se transferiu para a Universidade de Michigan. Recebeu inúmeros prêmios, como o National Jewish Book Award de 1997 e 2012 e o Best Book of the Year, 2005, do The Washington Post.

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Na entrevista, concedida ao nosso colaborador, Flávio Limoncic, no dia rio 16 de janeiro de 2015, Dash falou sobre os estudos judaicos nos Estados Unidos, sionismo e diversos outros temas. Quando perguntada sobre quais seriam os principais temas dos Estudos Judaicos hoje, Moore respondeu:

– Tanto em História quanto em Literatura, há uma ênfase na interpenetração dos modos de vida judaicos e não-judaicos, da expressão criativa, da influência mútua, da noção de que os judeus estão profundamente inseridos nos mundos em que viviam, fosse no período rabínico, na Idade Média ou no Mundo Moderno. E que segregar a experiência judaica e dizer que ela sempre esteve em oposição aos cristãos, aos muçulmanos, quem quer que fosse o grupo majoritário, é um equívoco. Mesmo quando os judeus tinham auto-governo e pareciam auto-referenciados, havia muito mais porosidade do que estudos anteriores admitiam. Há hoje um senso muito mais forte de circulação das culturas judaicas através das fronteiras de Estados-Nação e Impérios. Presta-se mais atenção para o modo com que os judeus circularam e o que tal circulação significou para os Estados que eles cruzaram e os Impérios dos quais fizeram parte. Também os estudos sobre os sefaradis emergiu como algo muito significativo, um desafio ao domínio ashkenazi. Por anos, quando se dizia judeu, queria-se, de fato, dizer ashkenazi.

Quer ler esta entrevista na íntegra? Clique aqui e boa leitura!

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